Entrar num círculo e vivenciar osagrado feminino, significa retratar o momento da ancestralidade matrifocal do feminino, onde as mulheres nas fases das luas principais, respectivamente na lua nova e na cheia, para utilizar-se, da força deste momento da lua se permintindo alçar a sabedoria como era no passado de boca a boca e de ouvido a ouvido, os ensinamentos canalizados pela a grande anciã na lua nova e pela a grande sacerdotisa na lua cheia, faz esse
momento muito especial, e assim  reverenciarmos e  saldarmos a fontes dévicas.
Portanto, quando estamos em círculo, naturalmente resgatamos esta egrégora do início dos tempos e dentro da civilização que a força das deusas era primordial e nos tornamos na potencia de força por estarmos regidos pela a força das grande mães, nos arquétipo de Saraswati – sabedoria, Durga – Prosperidade, Parvati – amorosidade.
Muito, muito antes do ego crescer na energia dos homens, após descobrirem, segundo a lenda dravidiana, a sua capacidade de fazer uma mulher gestar e não mais a lua, como até aquele momento se acreditava. Essa decoberta fez crescer o ego e o domínio masculino, e então, passa a existir uma disparidade das forças sagradas, e aí as mulheres na sequência dos anos, no passar dos milênios fora enfraquecendo e tomando forma o mundo patriarcal. Tornando as mulheres submissas às dores e proibições, assim como tolhimentos.
E para agravar os homens estão confusos e enfraquecidos, principalmente aqueles que tem uma sensibilidade espiritual e é muito confuso aliar as forças corretas, devido o conflito educaional que paira em sua mente, embotando os seus sentimentos.
Muitos
clãs vem surgindo para reverenciar o sagrado, mas já feridas e submissas e ai passa-se a ter um legado de dores e lamurias.
Um círculo enfatizado na força divina indiana primordial, ou seja, no princípio da egregóra dravidiana, poderemos assentar esta energia de sabedoria e resgatar para este nosso momento atual.
Um círculo representa tanto para o homem como para a mulher, religar o seu saber interno e o seu fluxo intuitivo, de cura e de percepção, e é a esta energia  que se pode chamar de sagrado feminino.
A fonte de inspiração-ideia=ação, normalmente é um grande desafio saber exatamente, o momento e o ponto exato, de estar ciente da natureza de ação, e em que condições o processo do sentir e do saber para usar com equilíbrio esta fonte criativa para gerir as experiências, produzindo resultados positivos no que se deseja realizar.

Eu Celi coutinho, me sinto num momento muito especial, por isso estou aqui trazendo mudanças para este momento.

Passo a promover vivencias meditativa para a fonte de shiva e shakti – força e poder reverenciado dentro de cada um.

Deixo livre para que os círculos de mulheres e de homens possam acontecer em vários lugares dentro do estado de São Paulo.
Se você acredita que no seu espaço deve acontecer um grupo de círculos sagrados femininos e masculinos. Estou a sua disposição. Fale comigo, monte um grupo que estarei aí, com você levando essa energia ancestral matriarcal do sagrado feminino.

Fale comigo!

 

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