O que é a Vivência Meditativa ao sagrado feminino

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Já alguns anos que eu venho ministrando a vivência meditativa ao sagrado feminino e ainda não parei para escrever ou descrever o que ocorre, nem tão pouco para que serve e ou como funciona quando se propõem vivenciar o sagrado feminino.
E esses dias uma candidata ao curso de condutora ao sagrado feminino me questionou, pedindo para que eu explicasse melhor.
Até então, eu me propus apenas oferecer a meditação ao sagrado feminino. Porque explicar o que é o sagrado feminino é sempre muito dificil, podemos descrever a respeito dos elementos, ou caminhos para vivênciar, mas extamente o que é se torna realmente impossível.
O Sagrado feminino é algo para sentir, é algo que vem de dentro, das entranhas, do meio do fluxo do corpo energético, onde estão guardadas as memórias ancestrais.
Primeiramente posso dizer que vivenciar o sagrado feminino em formato de uma meditação dinâmica, significa vivênciar talvez as dores em primeiro momento e enquanto a entrega acontece, naturalmente se faz a mudança, a transformação, o resgate, o religar ao eixo sagrado interno e ai é possivel vivenciar a fonte divina interna de si mesma, experimentando o fluxo caracterizado como uma dança cósmica.
Isso mesmo uma dança cósmica, um encontro de você com você mesmo e assim, tomar consciência da força e do potencial latente e que até então se encontrava adormecido.
E o desabrochar acontece, fluí, e vem o choro, a alegria, a força, a raiva, a energia tudo misturado e qualificado automaticamente.
E simplesmente ou puramente “ACONTECE”  o acesso ao seu sagrado feminino, Sagrado de secret, de segredo, segredo só Seu, de realmente guardado, esperando um toque para a porta interior se abrir e tomar forma. É exatamente assim que acontece ao vivenciar meditativamente o Sagrado feminino.

Portanto, a Vivência meditativa ao sagrado feminino é a egregora que permiti acessar a fonte do sagrado feminino na sua força primal.
É o que as mulheres relatam pós vivenciarem por 3 horas o tocar da melodia especialmente elaborado que traduz a força do elemento Terra, da água despertando as emoções, o fogo promovendo o despertar, e o ar se manifestando no que de mais divino existe em cada mulher num grupo de vivência meditativa ao sagrado feminino, e ai cada uma se torna, deusa, orixá, feminina, mulher, Lilith, Ser Divina.
Aqui deixo algumas perguntas e respostas já respondidas em vários encontros das Vivências meditativas ao sagrado feminino.

Pergunta: Com está vivência meditativa elas vão ter envolvimento com as Forças femininas que vivem nelas?
R: exatamente, entrarão em contato com a força existente nelas. O que fará com que elas perceberam dentro da frequência das vivências meditativas, pois a primeira sempre há um processo de cartase, choro, limpeza, no primeiro estagio da vivência e depois uma tomada da força de um ponto energético feminino nelas absolutamente desconhecido.

Pergunta: Esta vivência meditativa trará para a vida das mulheres envolvidas uma nova maneira de se Perceber, de se posicionar, de tomar decisões?
R: Exatamente. Elas relatam que tudo mudou, a forma de agir, a forma de conduzir a fala no seu convívio social e pessoal.

Pergunta: É possivel sairem mais íntegras, empoderadas e confiantes em relação a si mesmas e em relação ao papel delas no mundo?
R: Tem mulheres que até se assustam com a força que há dentro delas e precisam de um tempo para acessar essa nova mulher e ai os retornos é que trarão isso, mas a maioria tem saído empoderadas em algum quesito de suas vidas ja no primeiro encontro.

Perguntas: O processo da Vivência meditativa ao Sagrado feminino tem qual efeito?
R: Seguramente se sentem mais humanas, completas, em plenitude e empoderadas, independentes e com capacitada de dar e receber amor.

Pergunta: O que estas mulheres relatam após participarem da Vivência meditativa ao sagrado feminino?
R: Todas que estiveram comigo até agora, nesses 4 anos relatam que é um divisor de águas. Sou outra mulher.

Pergunta: O que você visualiza enquanto conduz a vivência meditativa ao sagrado feminino em cada mulhere que participa?

R: Durante o processo meditativo ocorre de tudo: relatam dores, choro, mudam de padrão comportamental durante o processo, demonstram raiva e durante o próprio processo isso vai mudando até porque, o tempo ideal de uma vivência meditativa é de 3 horas consecutivas, e elas dizem que não percebem que este tempo passou. Tempo este de extrema importância para que o processo ocorra.
E depois, me relatam que tudo mudou, mas tem as excessões que são mulheres extremamente racional, e ai a mudança que eu almejo é minima. Mas elas dizem que ficaram mais calma, mais centradas.
Elas se sentem a própria deusa. Percebem claramente a força da deusa nela própria e em  cada mulher do grupo, a sala esquenta,  sente as forças de cada elemento.
Seguramente tenho tido vivências meditativas incriveis.

Eu posso claramente afirmar que o momento de estar em vivência meditativa ao sagrado feminino, são sempre únicos e dificil de relatá-los, mas posso dizer que são momentos assim de outra dimensão materializada no aqui e agora, uma entrada mesmo na força ancestral matrifocal.

Objetivo da vivência meditativa ao sagrado feminino é criar uma ponte real entre o sou eu com o eu sou feminino.

Dar energia de força as mulheres menopausada.

Trazer segurança as mulheres mal amadas e abandonadas e algós de si mesma.

Mostrar um caminho para as que são timida.

Promover força de fertilidade as mulheres que não podem engravidar.

Ensinar elas a sentirem e separar a cultura patriarcal da matrifocal, portanto, amar sim a figura masculina e produzir energias para ser amadas e portanto atrair homens que as amem.

Enfim. Se permitir a um momento de vivência meditativa ao sagrado feminino é muito mais profundo e entendedor do que estar em círculo (importante, outro momento). A vivência apesar de ser em grupo. É o seu momento, é a sua persepção, a sua comprenção de Si.
Busque muitas vezes pela a vivência meditativa ao sagrado feminino, momento excelente e principalmente forte para aquelas que tem dificuldade de sentar para meditar, aqui não se senta, aqui se movimenta.

Se dança com a sua própria DEUSA.

Autora: Celi Coutinho


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