O que é a Vivência Meditativa ao sagrado feminino

Já alguns anos que eu venho ministrando a vivência meditativa ao sagrado feminino e ainda não parei para escrever ou descrever o que ocorre, nem tão pouco para que serve e ou como funciona quando se propõem vivenciar o sagrado feminino.
E esses dias uma candidata ao curso de condutora ao sagrado feminino me questionou, pedindo para que eu explicasse melhor.
Até então, eu me propus apenas oferecer a meditação ao sagrado feminino. Porque explicar o que é o sagrado feminino é sempre muito dificil, podemos descrever a respeito dos elementos, ou caminhos para vivênciar, mas extamente o que é se torna realmente impossível.
O Sagrado feminino é algo para sentir, é algo que vem de dentro, das entranhas, do meio do fluxo do corpo energético, onde estão guardadas as memórias ancestrais.
Primeiramente posso dizer que vivenciar o sagrado feminino em formato de uma meditação dinâmica, significa vivênciar talvez as dores em primeiro momento e enquanto a entrega acontece, naturalmente se faz a mudança, a transformação, o resgate, o religar ao eixo sagrado interno e ai é possivel vivenciar a fonte divina interna de si mesma, experimentando o fluxo caracterizado como uma dança cósmica.
Isso mesmo uma dança cósmica, um encontro de você com você mesmo e assim, tomar consciência da força e do potencial latente e que até então se encontrava adormecido.
E o desabrochar acontece, fluí, e vem o choro, a alegria, a força, a raiva, a energia tudo misturado e qualificado automaticamente.
E simplesmente ou puramente “ACONTECE”  o acesso ao seu sagrado feminino, Sagrado de secret, de segredo, segredo só Seu, de realmente guardado, esperando um toque para a porta interior se abrir e tomar forma. É exatamente assim que acontece ao vivenciar meditativamente o Sagrado feminino.

Portanto, a Vivência meditativa ao sagrado feminino é a egregora que permiti acessar a fonte do sagrado feminino na sua força primal.
É o que as mulheres relatam pós vivenciarem por 3 horas o tocar da melodia especialmente elaborado que traduz a força do elemento Terra, da água despertando as emoções, o fogo promovendo o despertar, e o ar se manifestando no que de mais divino existe em cada mulher num grupo de vivência meditativa ao sagrado feminino, e ai cada uma se torna, deusa, orixá, feminina, mulher, Lilith, Ser Divina.
Aqui deixo algumas perguntas e respostas já respondidas em vários encontros das Vivências meditativas ao sagrado feminino.

Pergunta: Com está vivência meditativa elas vão ter envolvimento com as Forças femininas que vivem nelas?
R: exatamente, entrarão em contato com a força existente nelas. O que fará com que elas perceberam dentro da frequência das vivências meditativas, pois a primeira sempre há um processo de cartase, choro, limpeza, no primeiro estagio da vivência e depois uma tomada da força de um ponto energético feminino nelas absolutamente desconhecido.

Pergunta: Esta vivência meditativa trará para a vida das mulheres envolvidas uma nova maneira de se Perceber, de se posicionar, de tomar decisões?
R: Exatamente. Elas relatam que tudo mudou, a forma de agir, a forma de conduzir a fala no seu convívio social e pessoal.

Pergunta: É possivel sairem mais íntegras, empoderadas e confiantes em relação a si mesmas e em relação ao papel delas no mundo?
R: Tem mulheres que até se assustam com a força que há dentro delas e precisam de um tempo para acessar essa nova mulher e ai os retornos é que trarão isso, mas a maioria tem saído empoderadas em algum quesito de suas vidas ja no primeiro encontro.

Perguntas: O processo da Vivência meditativa ao Sagrado feminino tem qual efeito?
R: Seguramente se sentem mais humanas, completas, em plenitude e empoderadas, independentes e com capacitada de dar e receber amor.

Pergunta: O que estas mulheres relatam após participarem da Vivência meditativa ao sagrado feminino?
R: Todas que estiveram comigo até agora, nesses 4 anos relatam que é um divisor de águas. Sou outra mulher.

Pergunta: O que você visualiza enquanto conduz a vivência meditativa ao sagrado feminino em cada mulhere que participa?

R: Durante o processo meditativo ocorre de tudo: relatam dores, choro, mudam de padrão comportamental durante o processo, demonstram raiva e durante o próprio processo isso vai mudando até porque, o tempo ideal de uma vivência meditativa é de 3 horas consecutivas, e elas dizem que não percebem que este tempo passou. Tempo este de extrema importância para que o processo ocorra.
E depois, me relatam que tudo mudou, mas tem as excessões que são mulheres extremamente racional, e ai a mudança que eu almejo é minima. Mas elas dizem que ficaram mais calma, mais centradas.
Elas se sentem a própria deusa. Percebem claramente a força da deusa nela própria e em  cada mulher do grupo, a sala esquenta,  sente as forças de cada elemento.
Seguramente tenho tido vivências meditativas incriveis.

Eu posso claramente afirmar que o momento de estar em vivência meditativa ao sagrado feminino, são sempre únicos e dificil de relatá-los, mas posso dizer que são momentos assim de outra dimensão materializada no aqui e agora, uma entrada mesmo na força ancestral matrifocal.

Objetivo da vivência meditativa ao sagrado feminino é criar uma ponte real entre o sou eu com o eu sou feminino.

Dar energia de força as mulheres menopausada.

Trazer segurança as mulheres mal amadas e abandonadas e algós de si mesma.

Mostrar um caminho para as que são timida.

Promover força de fertilidade as mulheres que não podem engravidar.

Ensinar elas a sentirem e separar a cultura patriarcal da matrifocal, portanto, amar sim a figura masculina e produzir energias para ser amadas e portanto atrair homens que as amem.

Enfim. Se permitir a um momento de vivência meditativa ao sagrado feminino é muito mais profundo e entendedor do que estar em círculo (importante, outro momento). A vivência apesar de ser em grupo. É o seu momento, é a sua persepção, a sua comprenção de Si.
Busque muitas vezes pela a vivência meditativa ao sagrado feminino, momento excelente e principalmente forte para aquelas que tem dificuldade de sentar para meditar, aqui não se senta, aqui se movimenta.

Se dança com a sua própria DEUSA.

Autora: Celi Coutinho

Conduzir o sagrado feminino.

 

Pra quê conduzir o sagrado feminino?
O que é este forte chamado para conduzir mulheres ao “ Sagrado feminino” ?
Algumas mulheres chegam até mim dizendo – “estive num ritual de ayuhuasca e na força veio claramente o chamado “conduza o sagrado feminino”, eu ouvi de outras mulheres, minha terapeuta ou minha astróloga – “disseram que está no meu caminho conduzir mulheres e que devo conhecer o sagrado feminino”.
Comigo também não foi diferente. Não foi num dia de ayuhuasca, mas foi numa manhã que acordei com vontade de fazer mantras ao feminino, sentei e fiz mantras para Durga e Kali, depois de um dado momento entrei num portal, onde estavam as imagens vivas das Deusas me chamando claramente, kali de um lado e Durga do outro, me pegam pelas as mãos e me levam para dentro de um portal da ancestralidade, tudo era um escuro gostoso e suave, e de repente flashes que se abriam em símbolos luminosos e dourados, e a imediata  conexão com o coração, me fez ter a certeza de que era hora de conduzir o sagrado feminino e ensinar as mulheres que estão com o mesmo chamado.
Este momento ocorreu em meados de junho de 2014.  Então comecei. Chamei uma cliente e já amiga, muito sensível e que já vinha uns dias me dizendo sinto que é necessário fazer um trabalho vivencial com mulheres. Eu disse , certo – eu também senti o chamado.
Perfeito sentamos as duas e fizemos 21 dias de ritual com mantras e forças ao sagrado feminino, às deusas indianas, a kuan yin, as forças femininas dévicas em geral, como vinham, deixávamos fluir.
Eu até aquele momento já havia conduzido vários trabalhos do sagrado feminino e masculino, e conduzia vivências do tantra.
E claro sou terapeuta há mais de 30 anos e eu digo, quem é terapeuta holístico tem seu sagrado feminino muito aflorado, porque está lidando com a sensibilidade em tempo integral.
E ai, a vontade de levar mulheres na origem da fonte do princípio matrifocal se tornou cada vez mais forte, e fui colocando nomes em alguns trabalhos que brotavam naturalmente, consciência do Ser mulher em 2015, círculos de mulheres logo em seguida, misturados com vivências meditativas, alguns grupos, alguns trabalhos meditativos  e tudo foi tomando forma.
E um dos períodos do início de 2016 , veio a certeza de que era mais que fazer somente círculos e pequenas vivências. Pois o sagrado feminino se torna forte e popular e surgindo grupos e mais grupos em nome do sagrado feminino, em várias vertentes.
E fui observando algumas coisas, outras tomando forma mais religiosas, como já mencionei em outros artigos e outras mais assim, de encontro ao fluxo do ligar-se à fonte de irmandades, onde se fazem artes, mantras, imersão. Todas em prol de um desbravar de autoconhecimento extremamente válidos.
Mas, e aquelas que como eu recebeu o chamado para conduzir mulheres de forma terapêutica, com vivências meditativas e rodas terapêuticas e ainda não sabem ler em como fazer isso.
Sim, temos a racionalidade forte ainda né, precisamos de didática. Aprendizados teóricos conjugados ao práticos. E ai veio o conteúdo de como conduzir mulheres e ensinar a serem condutora do sagrado feminino.
E cá estou eu formando mulheres para serem sacerdotisas  ou anciã do sagrado feminino.

Com um curso de formação para aquelas que sabem que tem em seu Eu o chamado para conduzir mulheres que ainda precisam da Guru ou da mãe sábia. O curso de condutoras do sagrado feminino é um caminho onde você aprende teoricamente e na prática a conduzir e reconhecer os elementos, os arquétipos, reconhecer a cor na música, o elemento e trazer a mulher com a consciência de que chakra você está trabalhando. E o porque de tal chakra. Ensiná-las a ter sustentação no seu caminhar, na sua firmeza, na expressão do seus sentimentos, no empoderamento do seu eixo divino. E desabrochar a SER DIVINA de cada uma. Se você sente que é este o seu chamado venha.
Venha ter conhecimento bebendo na fonte matrifocal milenar de origem dravidiana, e encontrar a verdadeira essência e transmitir através do conduzir com graça os grupos, círculos e vivências SER DIVINA.
Venha ser uma condutora do sagrado feminino, e com isso contribuir para um mundo mais forte, para um universo mais pleno.

Autora Celi Coutinho

O que é este tal Sagrado Feminino?

Estar em círculos, rodas de mulheres, vivências, retiros, em prol do sagrado…
O que, de fato, isto significa?
O que seria mesmo este sagrado ?
Em minha opinião, despertar o sagrado feminino, “A SER DIVINA”, não tem nenhuma função religiosa, apesar de algumas instituições religiosas preconizarem encontros com mulheres, no intuito de transformá-las em servidoras ideais aos homens, ou seja, mantendo o legado do patriarcado.
Nada tem haver com a verdadeira essência do Sagrado feminino.
Uma profecia também não é. Não considero assim.

Um movimento feminista?
Apesar de ter algumas insinuações assim, também não é.
Deixo a minha impressão do que é o Sagrado feminino e o porque deste momento que nos leva para estarmos em círculo, como um passo importante de união.
Estamos por milênios, anterior a Cristo inclusive, na energia do patriarcado, devido à avidez ao poder e ao controle do mundo, sendo renegada a essência primária da criação a humanidade.
Todas sabemos que ficamos ao julgo da incapacidade. Antigo isto, não é mesmo? Sim muito antigo, mas muito recente também.
Há pouco mais de meio século, as mulheres sairam às ruas gritando pelo o seu direito de igualdade aos homens e se tornando mais agressivas, mais fortes, mais provedoras que seus homens…
E,
no julgo da incompatibilidade, transmitindo isso aos seus filhos, gerando homens com deficiência amorosa e mulheres crentes de que homens são seres inconfiáveis.
Ah…Quantas deficiências estamos enfrentando!
Dificuldades políticas, falta de paz, a perda do controle de si, os pensamentos de desejo de realização física e material, sem conclusões reais, as guerras, os conflitos.
Tantos são os descompassos na vida terrena!
O que aconteceu?
Certamente, foi a separação da paz interior, para uma ebulição contínua do fazer, do ter, sem a essência da natureza de doação e da “Verdadeira essência está na integralidade de sentir e fluir”.
Uma capacidade nata da mulher, “mulher possui o sexto sentido”. É fato, mesmo em guerra com a energia feminina nós mulheres ainda, somos capazes de conectarmos com maior leveza.
Algo, que ocorre facilmente com as grandes “provedoras” , fazem isto facilmente, mas, aí, se perdem porque traduzem para o racional e fazem tornar uma ação masculina.
Este “fazer o uso da energia natural do fluir”, foi perdido devido o aspecto da energia da educação patriarcal. Com o movimento feminista aprendemos a racionalizar, usar o intelecto e portanto, não estar ínteira no momento, perdendo o ato de simplemente ser e simplesmente deixar acontecer.
O fato de estarmos em círculo nos conduz e nos reporta à egrégora de milhares de milênios, ou seja ,ao próprio registro akashico e religarmos esta energia para o aqui e agora.
Mulheres quando entram num CÍRCULO DE MULHERES se soltam e desprendem a energia pura de criação.
A mãe gaia, energia real do universo nos clamam para esta reconexão, para este religar.
O simples fato de estarmos juntas, a energia se reconecta.
E a força pode ser redistribuída e a consciência de que somos poder e amor nos reativa ao fluxo da essência da criação.
O legado do gestar e criar são femininos, a importância de mulheres estarem juntas, não é para excluir o ser masculino e sim ensiná-los acessar o percentual a cada um deles inerentes também.
A água é o maior elemento existente no ser humano. E a energia água é absolutamente feminina, porque simplesmente flui e se molda.
É por isso que precisamos agora estar em reunião feminina, reaprender a fluir como a água nos oceanos, nos lagos, nas veias e no corpo.
Demonstrar isso em nossos lares na criação, no companherismo, na segurança entre casais. Onde cada mulher com seus 30% de energia masculina e 70% da energia feminina, demonstra ao ser homem (70% masculino e 30% feminino) o sentir, a ser suave, confiante, puro,a compartilhar sim, em igualdade de espaço e de vida.
Certamente será através de milênios à frente que essa enegia será trocada completamente. Mas, através dos encontros entre mulheres, o fato de estar em círculo, em grandes movimentos de práticas poderemos então tomarmos a Consciência de SER Mulher. Isto é Divino, isto é a chave do sagrado.
O fato de estarmos em um círculo e mantrarmos, a semente de germinação que nos pertence, será naturalmente brotada no universo.
Portanto, a reconexão de mudança da força do DNA cóscmico será cocriado e a reconexão será realizada.Não é simplesmente sentarmos em roda e estármos duras, inflexiveis e observativas. É estar em roda, em círculo (Roda é a energia de chakra de que tudo se conecta).
Quero também salientar há séculos entendemos que vários arquétipos está sendo vivenciado: a guerreira, a mulher fatal, a mulher amorosa, a mulher medrosa ou vítima, etc.
Esses aspectos são egos machucados e feridos, que realmente precisam e devem ser equilibrados num processo de terapia ou em grupos de vivências.
Agora, o círculo de mulheres não, o círculo e a roda da energia do papel feminino mesmo, o de ser mulher que gesta, o de ser mãe, o de ser avó.
Aquela, que desde sempre deu esteio e colo. Essa sabe, sem manual e instintivamente o que fazer independente de religião e ou sociedade. É a sua natureza real.
É essa energia que trazemos para um círculo de forma natural e nos torna irmãs de fato. Ou seja, a irmandade de SER DIVINA e cosequentemente o resultado de estarmos em “harmonização”.
Deixo aqui minha impressão do RELIGAR.
Religar a Mãe Gaia.
Religar com o eixo feminino e masculino.
Religar na certeza de que simplesmente somos a energia do Amor.
E provocando pequenos momentos contínuos de paz, para se transformar em grandes momentos contínuos de paz.
Portanto, pequenos movimentos dos Sagrados femininos para o grande momento do saber Feminino dentro de cada humano existente na face da terra.
E assim, quiçá uma nova humanidade, reconectada, livre e sagrada em sua essência.
Autora: Celi Coutinho

Conexão ao sagrado feminino

Estamos num momento onde o nosso planeta tem a necessidade de restabelecer o sentido da “Deusa” no seu entendimento do divino.
O princípio de conexão ao feminino se faz necessário, para ajudar a orientar o nosso caminho, através do labirinto de mudança acelerada que nos rodeia.
Eu diria a você que muitos dos nossos problemas surgem como resultado de olhar para Deus como Ele, e de forma externa, como se as conquistas dependessem de fonte externa. Enquanto a forma de visão deveria ser para si, onde está a fonte de conexão do Eu, que é a partícula do sagrado feminino de cada um.
O “princípio feminino” é visto pelas tradições do Oriente como o renascimento e transformação, representa o nutrir e o sustentar no universo.
No princípio tântrico de visão do mundo, a força feminina é a natureza sensível e a sustentabilidade do universo, em justaposição com o “princípio masculino”, que é a natureza pró-ativa iniciada pela a força da natureza, poder de criação. O princípio masculino representa a ação e movimento, o princípio feminino produção das ações representando a criação.
Dentro da tradição analítica de Carl Jung e do trabalho de mitólogos como Joseph Campbell, há muita evidência para apoiar a existência do princípio feminino (anima) dentro da psique humana, ao lado do princípio masculino (animus). A definição de Jung de crescimento espiritual dentro do indivíduo, em grande parte refere-se ao desenvolvimento e integração desses componentes masculino e feminino da psique humana.
As tradições religiosas orientais vem há milênios, cultuando o princípio feminino. A imagem da Deusa envolveu o planeta por mais de 30.000 anos, até aproximadamente 5.000 aC, a Mãe Divina – a Gaia que é a representação pura do nosso planeta, onde encontra-se a totalidade, não apenas seguindo a orientação do Grande Pai, mas principalmente o Espírito da Grande Mãe Divina.
Convido você a acolher a imagem feminina da Deusa, de volta em sua vida. Sinta a sua presença dentro de você, deixe-a transformar o inverno de sua existência em um suporte criativo de vida primaveril. Quando permitimos que a Deusa renasça na consciência, sua compaixão e sabedoria irão começar a envolver você, imediatamente. Irá gradualmente revelar-se em toda a sua simplicidade e complexidade.
O Sagrado Feminino é a fonte de conexão ao cumprimento de nossa existência como povo e como um planeta.
As deusas sempre foram solicitadas para auxiliar na função de curar as feridas e revelarem padrões de comportamentos.
Acredito que honrar o Feminino significa “viver de acordo com  nossa porção do feminino sagrado”.
Com determinação e boa vontade, mesmo no corre-corre do cotidiano e dos afazeres e obrigações, é possível encontrar seu tempo e espaço sagrado para cuidar da sua mente, de seu corpo e de seu espírito. Meditações, contato com seu ventre, sintonia com a deusa regente de sua lua natal, ou com as deusas lunares, visualizações dos animais de poder, uso de florais ou elixires de gemas, contribuem para o restabelecimento do padrão lunar rompido e perdido ao longo dos milênios de supremacia masculina e racional.
Quando me refiro ao Sagrado feminino, não me refiro apenas às mulheres mas, também, aos homens. Pois o poder criativo é feminino e cada homem precisa acessar este poder criativo. Para ir de encontro com a sua força espiritual.
Principalmente os homens que são terapeutas. Podem utilizar-se da intuição para auxiliar seus clientes, e este aspecto é o poder sagrado feminino. É a força dévica feminina dentro de si que vai orientá-lo.
Portanto o sagrado feminino é pra todos.
Claro, hoje é dado ênfase que as mulheres busquem este poder latente em sua força. Porque são elas que dão origem ao mundo, gestando e educando.
São as mulheres as forças sustentadoras dos lares.
Mas o sagrado feminino já é naturalmente delas, mesmo num mundo patriarcal.
Os homens ainda negam esta força, acreditando que perderão identidade.
Busque seu sagrado – sua força criadora. Este momento de transição é o reconhecimento do amor. Amor por si. E a melhor forma de amar a si mesmo é reconhecer sua força latente – A conexão com a Divina – que está dentro do coração. A morada do Ser.

Autora: Celi Coutinho

 

 

Por que fazer uso da terapia do renascimento?

 

Este é um tempo, tempo perfeito para reconhecer os pontos que ainda persistem em trazer desajustes. Certamente se faz necessário, reconhecer suas potencialidades e fortalecê-las. Um momento de ajuste e de reconhecimento do potencial espiritual e direcionamento de caminhos, ou de encaixe naquilo que já fez para esclarecimentos de si.
Eu concordo plenamente em minha sensibilidade que terminou a fase para algumas pessoas de descobertas e de transformações.
Agora é entrar num fluxo de fortalecimento!
Cabe então uma auto-análise:
“Eu realmente sinto que ajustei vários processos em minha vida, mas se eu olhar com muito cuidado ainda percebo vários pontos ou apenas um, que ainda reincidem e me fazem devaguear, procrastinar ou simplesmesnte estacionar. Ai, Percebe que sim, existe conteúdos para serem resolvidos. E há necessidade de algo que agora pudesse impulsionar à transpassar esse ponto e partir para um amadurecimento com sabedoria”.
Ótimo. Se você se identifica com esta frase é sinal de que algo em seu corpo energético ou até mesmo na camada muscular, ainda existe os registros de memórias negativas que está além de sua capacidade de abrir sozinha de forma consciente ou deixar que através de uma fonte terapêutica ultrapasse este limite. Exatamente este é o ponto para o qual chamo atenção aqui.
Muitos participam de vários métodos terapêuticos, e ai trava, num determinado ponto. Estaciona, não tem como seguir mais, mas o fato é que tem sim, é que abriu um corpo que está bloqueado e precisa de limpeza energética.
Ok, então Você é um (a) candidato (a) à terapia de renascimento.
No que consiste de fato a terapia de renascimento?
Este termo é muito jovem, terapia de renascimento ou rebirthing, mas sua origem é muito antiga, conhecida por muitos como pranáyáma, ou seja, exercício de controle do prana.
Na origem, o prana são energias vitais que circulam por entre os canais energéticos sutis denominados de nadis através do processo do inspirar e expirar, que ao circular nos condutos energéticos produzem energia cheia de toxinas (apanas) eliminadas através da expiração. Mas se o conduto energético estiver com bloqueios essas toxinas permanecem ali, como se fossem pequenos grãos de energias, que impedem do prana se movimentar adequadamente, essas energias também podem ser oriundas da movimentação do fluxo dos chakras que se desequilibram ao receberem interferências no fluxo das emoções recebidas.

Mesmo que você pratique exercícios e meditações elas podem não serem eliminadas adequadamente. Porque o bloqueio podem ter ocorrido quase sempre através de episódios durante o período gestacional que enquanto feto ainda, registrou energias de traumas ou emoções de medos, angustia e nascem com esses bloqueios, seguindo assim, mesmo com boa educação e convivências de carinho, algo parece não fluir bem. Precisamos lembrar que cada ser vem passar uma experiência divina na terra e para isso suas bagagens positivas quase sempre é deixado numa caixinha (registro akashico) guardada no subconsciente ou até que num dado momento qualquer, possa passar pelo o despertar.
A terapia do renascimento se utiliza do simples ato do inspirar e expirar oxigenando os condutos energéticos, e enquanto inspira e expira de forma peculiar, os registros de memórias são abertos e limpos, às vezes é possível inclusive visualizar esses registros, que algumas pessoas denominam de regressão. Sim, podemos considerar um regredir na consciência e receber as informações em imagens e desta forma permitir limpar esses detritos de forma consciente. Sendo então, induzido(a) por um bom profissional de renascimento, ele (a) irá auxiliar à compreender essas sensações e imagens, mas o que importa é que ao entrar no processo induzido do respirar as nadis limpam e descongestionam permitindo novas passagens de energias e informações e assim fortalecer o corpo energético, permitindo novas fórmulas de paradigmas para a vida.
As energias elas não entram em estagnação somente durante um processo gestacional, ocorrem também em processos cotidianos, como traumas em pequenos e grandes incidentes emocionais principalmente nas perdas.
A terapia do renascimento também é interesantissimo, para àqueles que atuam diretamente com energias como profissão (médicos, enfermeiros, terapeutas, cabeleireiros, terapeutas corporais) para acessar os canais energéticos e limpá-los. O conhecimento não nos isola de atuarmos e assim não nos intoxicamos com as energias do outro em nossos corpos e registar empedimentos de fluir, sempre acontece um momento que nos identificamos com a dor, tecnicamente deixamos passar, mas o corpo energético registrou e desvitalizou.
É de extrema importância passar por processos de renascimento.
A terapia do renascimento ficou conhecida primeiramente através do renomado José Angelo de Gayarsa, grande conhecedor do yoga por sinal e criou o sistema baseado num exercício respiratório do yoga denominado de bhástrika ou respiração do fole que no yoga este exercício pertence ao anga (parte) do sadhana (prática) denominado de krya (limpeza).
A respiração é feita de forma contínua e traz vários benefícios, como acordar, despertar os canais de nadis e abrir para manifestar a kundalini. Gaiarsa criou o sistema de respirar na parte abdominal para limpar as energias das entranhas, como: raiva, angustia, etc, e a respiração alta para limpar medos e sentimentos de dificuldades para lidar com o afetivo.
E hoje o conhecido Rebirthing, que foi difundido por Leonardo Oor, que um dia em seu banho quente numa banheira depois de fazer alguns exercícios de respiração, talvez pela água quente, ele ao sair da banheira percebeu que estava mole, e resolveu voltar à banheira e ficar quietinho respirando suave e continuamente, e passou por um processo de sentir-se dentro do útero novamente, revelando cartases de emoções e ao voltar percebeu que estava em paz e com compreensão de vários fatores de sua vida e resolveu testar e levar ao conteúdo como forma terpêutica.
Enfim, deixo claro a origem da terapia do renascimento como fonte millenar advindo dos yogues e, portanto de fonte hindú.

A fonte proporcionada através da Terapia do renascimento é incrível para dissolver desequilíbrios não compreensível hoje, oriundo de parte do subconsciente não pápavel por nós sozinho.
O interessante deste formato de terapia holística, que ela não precisa ser feita contínua, salvo algumas exceções. Ela pode ser feita sempre que percebe que por alguma razão as coisas estacionaram, perfeito, hora de limpar o campo energético e reciclar as energias fortalecendo o campo para seguir num processo de amadurecimento, ou de resgatar a sua sabedoria interior e apalpá-la em seu perfeito legado do SER DIVINO que há em você.
Esse é o nosso lema. Fortalecer o campo aúrico para seguir com a missão de vida em plenitude.

Autora: Celi Coutinho

O que é Realinhamento de chakra?

 

Chakras são as aberturas para produzir as conexões com os planos do mundo físico e energético. Sua função é vitalizar o corpo físico permitindo o desenvolvimento da consciência e o equilíbrio do Ser consciente de si.
Eles estão associados com as interações físicas, mentais e emocionais. E já é sabido que existem sete chakras principais. Individualmente os chakras assemelham-se a uma roda de pétalas abertas (como nas espécies das margaridas) que giram tomando o formato de vórtices. São invisíveis para o olho humano, mas eles podem ser detectados através do manuseio de um pêndulo. Um consultor de chakras experiente reconhece sua força apenas com o toque das mãos. Porque possuem temperaturas e batimentos como pequenos corações.
Para muitas pessoas pode ser até novidade a idéia de “Chakra Realinhado”.  Realinhamento difere do ato de alinhamento. Alinhamento é possível ser produzido através de uma prática de yoga, relaxamento e até meditação. Mas não é um tratamento. Um terapia de realinhamento de chakraé promovido através da limpeza e de insuflar os verdadeiros mantras de cada chakra e de cada pétala.
Os chakras recebem e refletem as influências do modo de vida da pessoa, tornando-se ativos ou subativos, promovendo equilíbrio e ou desequilíbrio.

Na grande maioria das pessoas este desequilíbrio ocorre no momento do nascimento. Está formação é denominado de Granthis, ou seja, obstáculos gerados através do psíquico, do emocional e do energético promovido pelo ambiente gestacional. Como, também, o que cada um deve passar ao longo da sua trajetória rumo ao autoconhecimento, conhecido como “destino”. Mas, como forma de sabotagem, os bloqueios são construídos no fluxo do sobreviver, através das impressões psicoemocionais percebidas através das crenças, tendências e padrões.
O ser humano identifica-se com a criação, com seu ego, com seu corpo e com todo o grande jogo da ilusão.
Assim como o seu corpo físico, a mente e emoções passam por ciclos de maturidade, o mesmo acontece com o seu campo de energia pessoal. Portanto, enquanto criança ainda pequena, começa o ciclo no primeiro chakra, onde se aprende sobre si mesmo e se esforça para obter as necessidades básicas satisfeitas. Se as necessidades são atendidas de forma adequada, a criança começa a se sentir segura, aterrada e conectada a sua casa e família, gerando assim a formação.
Por volta dos oito anos de idade, movimenta-se para o segundo chakra e começa a interagir com os outros em um nível um-para-um. A identidade sexual aparece. A compreensão de si mesmo como um gênero em particular é experimentado, a criatividade e o aprendizado acontecem com alegria.
Na adolescência, deixa-se para trás a facilidade do segundo chakra e entra-se em contato com o poder pessoal e identidade – sendo este aspecto pertencente ao terceiro chakra. Aqui, então ocorre a definição da personalidade e, no que acreditar dentro de si. Torna-se mais ardente e argumentativa, e é quase uma necessidade contradizer as figuras de autoridade ao redor.
Aos 20 anos entra na energia do chakra do coração e começa o amadurecimento. Deixando a angústia adolescente, partindo para a necessidade de definir e provar a existência, começando a apreciar verdadeiramente a diferença e a beleza das pessoas ao redor. A rede social e a busca para encontrar o amor se expandem, e pode até mesmo optar por se casar.
No final de seus 20 anos entra no ciclo pertencente ao quinto ciclo chakra. Isto representa honrar a expressão pessoal. Sentindo necessidade de buscar mais propósito na vida, para se comunicar de forma mais clara, e fazer a diferença no mundo.
Aos 30 anos vai à busca de caminhos através da intuição e de encontro ao mundo interior.
Finalmente, aos 40 anos, absorve o fluxo do sétimo e último ciclo de chakra. Começa a busca de entendimento e a busca do fluxo do divino, em esforços espirituais que levam a uma melhor compreensão da conexão com o todo.
Chegando entre 49-50 passa a experimentar a maior mudança energética, movendo-se  para um ciclo de amplitude. Chegando ao 7º degrau. Daqui volta-se para o Chakra básico, é um grande “fazer mais”, ou seja, inicia todo o processo novamente, mas desta vez, com muito mais experiência sob possível fluxo de consciência.
Além dos sete principais chakras dos ciclos descritos acima, existem ciclos de chakras menores que afetam todos os processos da vida interferindo e promovendo a expansão da própria consciência.
Este é um processo descrito do que deveria ocorrer naturalmente quando se movimenta no equilíbrio.
Se estiver fora de equilíbrio será o oposto disto certamente. E claro, nascemos sob influências políticas, religiosas, de crença e tabus, como miscigenação de culturas e costumes. A chance de se manter em desequilíbrio é imensa, mesma quando se sai em buscas de caminhos de autoconhecimento, quase sempre em períodos momentâneos e com alinhamento pequenos. E não de fato um realinhamento de chakra que provoca o religare. Portanto mesmo os grandes terapeutas e mestres estão facilmente à mercê do desequilíbrio.
Quando um chakra torna-se bloqueado o emocional é geralmente afetado. Portanto o humor anuncia o seu nível de energia. Se os chakras estão abertos, receptivos e em movimento, a energia vai do topo da cabeça – sétimo chakra, para o chakra básico e de novo em círculo seqüencialmente. Se um dos chakras está bloqueado esta energia deixará de se mover através de todos os outros chakras tornando-se afetados e privados. A primeira coisa que se deve fazer é verificar como estão os sentimentos e as reações, através da leitura do próprio corpo, na psique e no equilíbrio energético.
Para maior compreensão descrevo aqui correlações de funções para o reconhecimento e percepção das sensações e detectar se está ou não em equilíbrio.
O Primeiro chakra está localizado na base da coluna, e está associado ao aterramento e com ter fortes instintos de sobrevivência. O intestino grosso, reto e alguma função dos rins estão associados com o primeiro chakra.
Este chakra é a força de ligação que permite conectar com as energias da Terra e capacitar o ser. Está relacionada com o ânus e as glândulas supra-renais. Quando mal fundamentada, a compreensão espacial é prejudicada. Facilmente pode tropeçar em torno, fisicamente, mentalmente, espiritualmente e emocionalmente. O sentir medo, ansiedade, insegurança e frustração. Desequilíbrio no peso da massa corporal, nervosismo, desequilíbrio nos joelho pode ocorrer. Inclui os quadris, pernas, parte inferior das costas. A preocupação com dinheiro, trabalho ou outras questões de base de vida; focado em bens materiais; a necessidade de satisfazer as vontades e desejos.
O Segundo chakra, É o chakra energético, coordena os órgãos sexuais. As funções associadas a este centro são emoção, vitalidade, fertilidade, reprodução e energia sexual em geral. Representa a criatividade, sexo e a capacidade de aceitar novas relações e ou situações de vida.
Não é possível ter o prazer de vida ou de sexo, não consegue lidar com emoções ou sentimentos, suprimindo necessidades naturais.
A somatização física de desequilíbrio pode incluir: dor lombar; problemas menstruais; síndrome do intestino irritável; desequilíbrio dos ovários, da próstata ou dos testículos.
OTerceiro chakra também é conhecido como o centro da “autoestima ou desejo” a baixa estima, pessimismo, não confiar no fluxo natural, à necessidade de segurança material.

Os sintomas físicos de desequilíbrio podem incluir: problemas de fígado e pâncreas, vesícula.
O Quarto chakra é o chakra “coração” está ligado com a emoção, amor próprio, harmonia, confiança e crescimento. O coração e os braços estão associados com o quarto chakra também.
O coração está no centro de todas as energias, e unifica o nosso ser como um todo. É o ponto em torno do qual todas as energias giram. A discórdia ou desequilíbrio no chakra do coração afetará negativamente todos os outros centros. Sentir pena de si mesmo, paranóia, indecisão, medo de deixar ir, medo de se machucar, ou não digno de amor.
O Quinto chakra é o chakra “voz”. É através da nossa palavra falada que nos expressamos para os outros.
A incapacidade de falar sobre as coisas que são importantes, dificuldade de expressar opiniões a figuras de autoridade, incapaz de acreditar na própria criatividade, com medo de ser julgado ou rejeitado, o silenciar, a timidez.
O Sexto chakra está localizado entre os dois olhos e é considerado o chakra “terceiro olho”. Este chakra está ligado com a intuição, visão psíquica. O cérebro, o rosto, o nariz e os olhos.
O chakra do terceiro olho representa os cálculos mentais e processos de pensamento, a capacidade de avaliar as experiências passadas e padrões de vida e colocá-los em perspectiva através da sabedoria das ações do terceiro chakra. Este centro de energia está intimamente associado com a imaginação, a visão interior, e habilidades psíquicas. Está relacionada com a glândula pituitária. Funciona como um elo entre o mundo interior e o mundo exterior.
Este chakra, quando fora de equilíbrio gera confusão. Dificultando a clareza de percepção entre o que é intuição e o que são as conversas da mente, incapacidade de pensar em outros pontos de vista, apenas capaz de ver o significado de superfície em uma situação.
O chakra da coroa é associado com a glândula pineal, a cor violeta, iluminação completa, e a união com o cosmos.
O desequilíbrio promove a mente cheia de pensamentos, e como você não pode mudar o seu cérebro desligado, desconectado da fonte e do mundo ao seu redor, incapaz de deixar de ir embora à ansiedade e até mesmo o medo causando sensação de deprimido e insatisfeito.
O Realinhamento de chakra consiste em insuflar as energias de cada pétala dos chakras (Vitris) e assim desfazendo os bloqueios (ghanthis), para que cada vórtice se movimente no sentido horário e anti horário seqüencialmente, liberando as energias através dos pequenos canais sutis e energéticos existentes no corpo, proporcionando equilíbrio e libertação de sensações.
O Realinhamento e chakra não é um milagre, não vai evitar que os percalços da vida deixem de acontecer, mas dará firmeza, clareza e compreensão para seguir os desejos interiores e seguir num caminhar de autoconhecimento e, quiçá o, equilíbrio espiritual. Promovendo a facilidade de reconexão com os fluxos de memórias inteligentes ativas em cada ser.
Este é um método interessante para todas as classes de pessoas e de todas as áreas. Principalmente para aqueles que estão envolvidos com o mudar o destino do outro. Seja um médico, um terapeuta, ou um orientador espiritual. Porque ganha capacidade clara de discernimento do que é o seu caminhar com o do outro, não promovendo assim desequilíbrios e perdas de energias vitais de si mesmo.
Eu realmente espero que isso ajude a promover mais um caminho para acrescentar em seu conhecimento, e assim compreender que, realinhamento, significa trazer para as lembranças todas as impressões da memória positiva do passado.

Autora: Celi Coutinho

 

O que de fato é Terapia Holística?

A maioria das pessoas ainda compreende a terapia holística como sendo técnicas complementares e ou terapias alternativas, usando esta definição para as mais variadas técnicas dentro de uma visão ocidental moderna.
Buscam as terapias holísticas para alívio físico e utilizando-se apenas de técnicas separadas, que aliviam momentaneamente, trabalhando sintomas e não as causas de um desequilíbrio.
As terapias complementares ao meu ver deveriam ser utilizadas como processo de manutenção do equilíbrio físico, e de relaxamento após ter passado por um processo integral holístico, porque as terapias complementares não são preventivas e nem tão pouco resolutivas.
A terapia holística é um processo muito mais complexo e profundo que isso.
É necessário a sensibilidade do terapeuta, muitas das vezes, para que ele, ao ouvir seu cliente saiba como conduzir as ferramentas que compõem um processo terapêutico holístico.
Quero salientar que existem vários caminhos dentro da holística que são entendidos como esoterismo, e na verdade são ferramentas que auxiliam a compreensão do cliente pelo o terapeuta, daquilo que nem ele ainda sabe dizer. Normalmente o cliente chega dizendo não sei quem sou, ou não me reconheço mais. Ou “estou cansado de tomar medicamentos” para suas angustias, tristezas e ou melancolias sem soluções a não ser a dependência dos medicamentos (nada contra quando se é realmente necessário, mas procurar auxílio para sair da dependência e tomar contato consigo mesmo é o caminho).
O Terapeuta holístico é diferente de um médico, o médico olha sintomas e dá resultado para aquela parte que está doente.
Na holística não, como o nome diz “holis” = holus = todo –“tica” = estudo, ou seja um estudo da pessoa em questão, a qual pode ser muito bem observada, por análise de seu mapa astral, pois está sob influência de aspectos que trazem desequilíbrios quando estão mal aspectados e estarão em alguns momentos maus aspectados certamente, faz parte do ciclo de compreensão do ser como indivíduo, pois, somos seres divinos passando por uma experiência na terra, e esta viagem está sob regência astrológica, então um bom terapeuta holístico lançará mão desta ferramenta “esotérica” para detectar as influências que estão desequilibrando, e que por isso o cliente nem sabe responder os motivos de seus destemperos.
Outro item pertinente ao mundo esotérico são os oráculos, que é um espelho para trazer o momento do cliente como ele está se entendendo nas respostas energéticas. Quase nunca neste momento, ele ou ela, soube desvendar, porque sua sensibilidade está comprometida pelos desequilíbrios.
Com essas ferramentas se tem um panorama e um quadro de orientação por onde seguir com o cliente e utilizar-se das terapias complementares como os florais, massagens, mas principalmente, o renascimento, que faz o papel de limpar e oxigenar os condutos energéticos, facilitando a entrada do terapeuta na energia desta pessoa para, assim, auxilá-la em seu despertar. Por isso que, ao invés de chamar meu processo terapêutico de psicoterapia holística, simplesmente eu a denomino de Terapia ao feminino desperto. Porque é isso que a terapia holística consiste, um caminho dentro dos processos nos períodos em que o cliente se permite entrar e trilhar um novo caminho para sua descoberta dentro de si.
As terapias corporais são acionadas para auxiliar na maneira deste cliente se desprender do que está registrado na massa muscular, nos tendões, ossos e articulações.
Já tive clientes que me disseram, depois 8 sessões, “acredita que parece que eu cresci fisicamente”, sim e não. Não porque depois de uma certa idade não se cresce mais, mas é certo que depois de maduro a tendência é encolher, encolhe o peso no corpo físico. Aí, quando vem para um procedimento holístico e se submete a psicoterapia e todas as ferramentas que compreendem a holística, como mencionado, provavelmente estica sim, o corpo fica ereto, leve, sem peso nos ombros.
Então, reiterando, ferramentas como reiki, yoga, massagens, meditações são ferramentas “complementares” de um processo holístico que subentende-se como psicoterapia holística, porque vai utilizar dos florais, diálogos, induções orientativas, coach, fazendo a pessoa se autoperceber, florais para auxiliar na compreensão dos fluxos emocionais e mentais.
Utilizo as terapias corporais para relaxar meus clientes, aliviar os sintomas que se sedimentam na musculatura ocasionados por tensões, e as meditações passivas para  compreender a plenitude da mente, mas o  ser humano é composto de vários corpos energéticos que trazem em sua memória celular todos os momentos vivenciados de suas vidas dentro da esfera terrena, ou seja, memórias de vidas passadas, memórias da vida atual, que se contrapõem à sua essência. Por isso, se perde a força de ser exercida em plenitude de seu ser, demorando, às vezes, quase uma vida inteira para um despertar e desabrochar com confiança, firmeza e harmonia.
Portanto, as terapias como massagens, equilibram o corpo físico e atuam no campo vibracional do sistema nervoso, promovendo relaxamento físico.
Já os cristais e a cromoterapia, atuam no corpo energético reconstituindo o fluxo de energia.
Mas são técnicas que na maioria das pessoas não causarão a mudança principal que é a forma de conduzir os pensamentos, só relaxam e produzem calma, mas no primeiro entrave o desequilíbrio vem à tona, porque a mente não está trabalhada.
As terapias holísticas se dividem em técnicas corporais, sincronicidade e psicoterapia holística.
Técnicas corporais: massagens, vivências, meditações dinâmicas.
Sincronicidade são ferramentas ou fórmulas de atuar diretamente no corpo energético para leitura e harmonização, pessoal ou ambiental.
Como ferramentas de leituras, ou seja sincronicidade: Numerologia, Astrologia, Tarô, radiestesia, etc.
Como fórmulas aplicativas: Cristais, Reiki, Deeksha – alinhamentos de chakras, Mantras, Pujas realizados em rituais.
E ainda a psicoterapia holística consiste em organizar uma interatividade com o receptor e o terapeuta utilizando dos conhecimentos e do fluxo intuitivo em como produzir um caminho para trazer a tona os bloqueios conhecidos e desconhecidos de cada receptor.
Meu intuito com este artigo é deixar claro no que consiste um processo de terapia holística e orientando no que você anda buscando, e se está se trabalhando na essência ou simplesmente relaxando, e no primeiro obstáculo, pronto seu desequilíbrio vem à tona e diz, nossa, já fiz tanta coisa e ainda estou assim.
Quero também deixar claro que terapia holística não soluciona as questões de empregos, de relacionamento afetivos. Mas abre os campos energéticos em todos os sentidos e, desta forma, converte-se no sentindo amplo da prosperidade.
Mas posso dizer: se entregue e se deixe levar, a terapia holística é um processo de mudança da mente e das emoções negativas. Faça isso agora e irá descortinar o Seu Eu. Tenha certeza, é um outro você que surgirá.

Esteja preparado(a) para o novo.

Autora: Celi Coutinho